Moisés Braz: “Temos de ir para o PED de olho no processo eleitoral de 2018”

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“Temos que ir para o PED e para o Congresso Nacional  do partido olhando para as eleições de 2018. Só vamos retomar políticas públicas que estão sendo desmanteladas se tivermos a compreensão de que isso passa pelo projeto nacional, com união das esquerdas em um projeto capitaneado pelo PT”. A afirmação é do deputado estadual Moisés Braz (PT) que participa, na noite desta sexta, 3 de março, em Icó, de reunião do Campo Democrático do PT Ceará com municípios da região Centro-Sul.

Ao lado do deputado federal José Guimarães (PT), do secretário da SDA, deputado Dedé Teixeira (PT) e do presidente da Fetraece, Luiz Carlos Ribeiro, a reunião discute a organização da sigla para o Processo de Eleição Direta (PED) que irá renovar as direções municipais e escolher os delegados do 6º Congresso do Partido em abril, como também os impactos da proposta de reforma da Previdência nos direitos da classe trabalhadora.

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Em seu discurso, Mosiés defendeu a renovação dos quadros da sigla. “Temos de eliminar dos nossos quadros aqueles que são filiados mas na hora das eleições e votam contra o partido e a favor da direita, e também trazer novos filiados, homens, mulheres e  jovens”, pontuou.

Na visão do deputado, é preciso fazer um PED organizado para chegarmos forte no Congresso Estadual e no Congresso Nacional do PT. “Outro ponto que gostaria de destacar é que não dá para compor com quem deu golpe no país. Temos que construir a unidade das esquerdas, mas ter firmeza de quem é nosso candidato. Por último, temos de estar mobilizados junto com movimentos sociais, cooperativas e associações”, acrescentou.

Por último, Moisés mandou um recado ao movimento sindical rural. “É preciso que sejamos claros: não dá para ter companheiros de categoria, diretores de sindicatos nos municípios que estão no movimento sindical e na hora das eleições fazem aliança com a direita e com quem apoiou o golpe. Eles têm de ter clara a defesa da categoria e dos direitos dos trabalhadores. Esse é o dever de casa: só fica no PT quem respeita o partido, defende seu legado, as políticas públicas e os trabalhadores”, concluiu.

Além de Moisés Braz, estiveram presentes militantes e dirigentes petistas de Orós, Pedra Branca, Iguatu e Acopiara, entre outros, assim como a coordenadora da 17ª região de Saúde, Luciana Barreto, o coordenador regional da Fetraece, José Flávio, o suplente de vereador PT de Icó Cleudiberto Dantas, o vice-presidente do PT de Icó Kerginaldo Cândido, o secretário de Agricultura e Pesca do PT de Orós, Henrique Silva o presidente do PT de Icó, Alexsandro Oliveira, e o presidente da Adicol, Francisco Canindé.

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