Moisés Braz discute conjuntura política com trabalhadores em Quixeramobim

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Moisés Braz fala aos trabalhadores em Quixeramobim (Foto: Marcel Bezerra)

O deputado estadual Moisés Braz (PT) participou na manhã desta sexta-feira, 6 de outubro, de debate com trabalhadores do município de Quixeramobim, no Sertão Central cearense. Em plenária conjunta com o mandato do vereador Kim do Sindicato no auditório do Sindicato dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Straaf do município), os parlamentares prestaram conta das suas atuações e dialogaram sobre a conjuntura política nacional, estadual e municipal no contexto de luta dos trabalhadores.

Além de Moisés e Kim, estiveram presentes o presidente PT Municipal, Paulo Ferreira, o coordenador regional da Fetraece, Francisco Militão, os representantes da Brigada Antônio Conselheiro (MST), José Airton, do Instituto Antônio Conselheiro (IAC), Flávio Henrique, do Cetra, Augusto Ferreira e do Cresol, Evandro Quirino, além da vice-presidente do Fórum das Lideranças das Associações Comunitárias do Município de Quixeramobim, Gislene Lameu.

Em sua fala, Kim contextualizou o mandato de vereador na Câmara Municipal, onde se situa na oposição à atual administração municipal. Segundo Kim, seu mandato esteve presente nas mobilizações em defesa dos trabalhadores rurais, tanto ao lado do sindicato como do MST na abertura de diálogo com a prefeitura para defender o interesse da agricultura familiar. Ele citou ainda o dia nacional de mobilização, a audiência pública sobre reforma da previdência e o apoio às lutas dos servidores públicos municipais.

Os desafios da agenda nacional foram abordados pelo deputado Moisés Braz, que situou os presentes sobre as perspectivas do país para 2018. Segundo ele, os mesmos que participaram dos governos do PT conspiraram para derrubar a presidenta Dilma e ajudam a impor as reformas que retiram direitos dos trabalhadores. Na opinião do parlamentar um governo – Temer – que tem apenas 3% de aprovação não pode continuar no poder à custa da compra de apoio parlamentar no Congresso com base em liberação de emendas.

Por outro lado, Moisés considera que a centro direita não tem projeto e nome definido para apresentar ao país no ano que vem. “Nós da esquerda sabemos o que queremos, e o desafio é permanecermos unidos na construção da alternativa aos golpistas”. O deputado reconhece a dificuldade da candidatura de Lula se concretizar em virtude da perseguição jurídico-midiática em torno do ex-presidente, mas defendeu que a classe trabalhadora permaneça mobilizada para garantir que ele possa concorrer no ano que vem. “Lula foi quem conseguiu transformar o país e oportunizou desenvolvimento por meio de políticas públicas que hoje estão sendo destruídas e desmontadas”, afirmou.

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