Moisés Braz faz balanço das ações da Comissão de Agropecuária no programa do Narcélio

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O deputado estadual Moisés Braz (PT) foi entrevistado na segunda, 30 de novembro, no programa Narcélio Limaverde da FM Assembleia. Presidente da Comissão de Agropecuária da Casa, o parlamentar fez um balanço das ações do colegiado durante ao ano.

Entre os destaques da comissão, o deputado destacou a audiência pública que discutiu a renegociação das dívidas dos produtores rurais com o Banco do Nordeste e o Banco do Brasil. “Além disso, fizemos audiência para debater sobre a defesa dos direitos das mulheres na Marcha das Margaridas e a série de oito audiências públicas que estão debatendo o Desenvolvimento Rural Sustentável nas macrorregiões do Estado“, afirmou, ao acrescentar que um documento com todas as sugestões será entregue ao governador Camilo Santana como contribuição à metodologia de planejamento Os 7 Cearás realizada pelo Executivo.

Sobre a escassez de água, um dos problemas mais urgentes no Estado, Moisés colocou que o assunto tem sido uma das principais pautas discutidas durante as audiências públicas sobre DRSS. “Mesmo com o dinheiro federal e as ações do Estado, a realidade é de falta de água. Se não fossem os poços profundos, estávamos abastecendo com carro-pipa“, avaliou.

Moisés classificou a conclusão das obras de transposição do Rio São Francisco, atualmente 82% finalizadas, como “a maior obra hídrica para os nordestinos“. O parlamentar disse ter visitado os canteiros de obras do Cinturão das Águas em Jati, onde “está tudo pronto pronto para receber as águas da Transposição e distribuir para o restante do Estado“. Isso, avalia, vai resolver definitivamente o problema da falta d’água no semiárido e garantir que Fortaleza e a Região Metropolitana tenham água permanentemente. Além disso, a obra vai perenizar o rio Salgado, no Cariri.

Sobre as perspectivas para 2016, Moisés se disse otimista apesar das previsões de inverno irregular. “Torcemos para que as chuvas possam pelo menos reabastecer os açudes“, colocou.

Na opinião do presidente da Comissão de Agropecuária, a expectativa é de que programas governamentais, entre eles os de habitação e de convivência com a seca, possam ser transformados de políticas públicas para programas de Estado. Como exemplos, citou o Minha Casa, Minha Vida, o de substituição de copas de cajueiro, de assistência técnica para agricultura e assentamentos de reforma agrária, entre outros.

Moisés defendeu ainda a renegociação das dívidas dos pequenos, médios e grandes produtores. “Eles têm dívidas que vencem até 31 de dezembro, e têm. eles tem de estar adimplentes para realizar novos convênios e continuar produzindo“, explicou. Por último, conclamou os cearenses a economizar água e evitar o desperdício.

Confira a entrevista na íntegra:

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